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Campanha de Lula acusa Meta de interferência após recorde de visualizações

A campanha de Lula alega interferência da Meta nas redes sociais após alcançar recorde de visualizações, impactando a disputa do segundo turno.

Redação Fonte Revela··2 min de leitura
Campanha de Lula acusa Meta de interferência após recorde de visualizações
Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está enfrentando um sério obstáculo na disputa do segundo turno, ao acusar a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, de não distribuir adequadamente o conteúdo do candidato nas redes sociais. Essa situação se agravou após o perfil de Lula registrar um recorde de visualizações em seus vídeos, especialmente após a adoção de um novo formato de vídeos selfie.

Desde o início da campanha, os integrantes do time de Lula notaram interferências nas redes sociais, mas agora acreditam que o impacto é ainda mais significativo. Com a estratégia de publicar vídeos mais autênticos e pessoais, o perfil do presidente cresceu consideravelmente, alcançando um público maior e engajado. O primeiro vídeo nesse novo formato, postado no dia 7 de outubro, teve 197 milhões de visualizações, um aumento notável em relação aos vídeos anteriores que alcançavam entre 10 e 15 milhões.

Neste último sábado, a campanha decidiu formalizar a reclamação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deu um prazo de 48 horas para que a Meta se pronuncie sobre as alegações. A equipe de Lula acredita que a falta de visibilidade de seus conteúdos pode ter um impacto direto no resultado das eleições, e a resposta da Meta será crucial para a continuidade de sua estratégia digital.

O contexto dessa situação é importante, pois a campanha de Lula tem enfrentado desafios significativos em um ambiente eleitoral cada vez mais polarizado. A visibilidade nas redes sociais é fundamental para mobilizar os eleitores, especialmente em um cenário onde a informação circula rapidamente. Com esse novo incidente, a campanha busca garantir que todos os candidatos tenham um espaço justo nas plataformas digitais.

Além disso, a viralização do vídeo de Lula, que obteve mais de 27 milhões de visualizações, mostra que há um potencial significativo para engajamento quando o conteúdo é bem direcionado. A repercussão desse caso pode gerar novas discussões sobre a influência das redes sociais nas eleições e a necessidade de regras mais claras sobre o que constitui interferência no processo democrático.

Com informações de Folha Poder.

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