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Lula critica adversários e pede votos em ato de campanha em São Paulo

Em ato em São Paulo, Lula afirmou que enfrenta 'chefe de quadrilha' e pediu votos até domingo, associando adversários ao crime organizado.

Redação Fonte Revela··1 min de leitura
Lula critica adversários e pede votos em ato de campanha em São Paulo
Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Neste sábado (3), durante um ato de campanha em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez duras críticas a seus adversários, afirmando que seu grupo político enfrenta um 'chefe de quadrilha' e o crime organizado. Na véspera do primeiro turno das eleições, Lula convocou seus apoiadores a buscarem votos até o dia da votação, que acontece neste domingo (4).

O presidente não mencionou diretamente o nome de Flávio Bolsonaro, mas associou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro a irregularidades na Previdência, citando o banqueiro Daniel Vorcaro, que está sob investigação. Lula reafirmou que se reuniu com Vorcaro em dezembro de 2024, garantindo que a investigação do Banco Central seria técnica e imparcial.

Além de criticar seus adversários, Lula apelou para que eleitores com mais de 70 anos se mobilizassem a votar. Ele enfatizou a importância da eleição, a qual classificou como uma disputa entre 'democracia e soberania' contra 'barbárie e corrupção'. O presidente expressou confiança em vencer a disputa já no primeiro turno e convocou os apoiadores a ocuparem a Avenida Paulista após a votação.

O discurso de Lula reflete uma estratégia de polarização, onde ele busca apresentar sua candidatura como a única opção que defende os direitos humanos, educação e cidadania. Em um eventual novo mandato, ele prometeu implementar uma 'revolução educacional e tecnológica' no país, reafirmando seu compromisso com a transformação social e econômica.

Lula também trouxe à tona sua proposta de regular a emissão de cartões de crédito, defendendo que os bancos não devem enviar cartões sem solicitação prévia. Ele criticou a prática e os altos juros cobrados nas contas de crédito, prometendo moralizar o sistema financeiro brasileiro. O discurso foi bem recebido entre seus apoiadores, que veem na proposta uma forma de proteger os cidadãos de abusos.

Com informações de G1 Política.

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