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STF encerra inquérito contra Monark após pagamento de R$ 300 mil em multa

O STF decidiu arquivar o inquérito contra o influencer Monark após pagamento de multa de R$ 300 mil, atendendo pedido da PGR.

Redação Fonte Revela··1 min de leitura
STF encerra inquérito contra Monark após pagamento de R$ 300 mil em multa
Ilustração gerada por IA / Fonte Revela

Nesta quinta-feira (29), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu arquivar o inquérito que investigava o influencer Bruno Aiub, conhecido como Monark, por descumprimento de decisões judiciais. O pedido para o encerramento da investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República, que considerou a aplicação de uma multa de R$ 300 mil como uma sanção suficiente para o caso.

O inquérito contra Monark foi aberto em 2023, após o influencer criar novos perfis com o intuito de disseminar desinformação que já havia sido proibida pelo STF. Ele também fez declarações questionando a integridade do processo eleitoral brasileiro e a confiabilidade das urnas eletrônicas, além de criticar o papel do Tribunal Superior Eleitoral e do próprio Supremo.

Durante a investigação, Monark teve suas contas bloqueadas devido a atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reconheceu a violação das decisões judiciais, mas não viu justificativa para a abertura de uma ação penal contra o influencer.

A Procuradoria-Geral concluiu que a sanção já aplicada, que inclui a multa diária, foi suficiente para resolver a questão. Assim, não haveria base para a continuidade de uma ação penal autônoma relacionada ao descumprimento das ordens judiciais. O encerramento do inquérito representa um desfecho para um caso que gerou grande repercussão na mídia e na sociedade.

Agora, o futuro de Monark pode seguir sem os impedimentos legais impostos pela investigação, embora as implicações de suas declarações e ações anteriores ainda sejam debatidas na esfera pública.

Com informações de G1 Política.

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